Amor...

Colores

Sanduíche de cenoura..

Sabem, às vezes eu fico muito irritada. Mas muito irritada mesmo… Mesmo assim consigo reservar momentos deliciosos em meus dias…Alguns deles são surpresa, como recados que me abrem um sorriso, outros fazem parte de uma parte do dia que eu reservo a mim…Ainda sim eu tenho que agradecer a ele, que costuma salvar meu dia!!! E me incentiva a tentar fazer o que eu gostaria de saber…

Tentativa de aprender a desenhar

E o desenho dele...(sem comparações né...)

Música é outra coisa essencial em meus dias, e ultimamente eu vou indo de Portishead, Janis Joplin e Ray Charles. A propósito, descobri uma música muito interessante, de uma banda chamada Gossip:

E, obviamente, não podia faltar um trecho do livro que eu to lendo há milhares de anos, “Encontro Marcado”. Essa parte que eu vou postar é bem clichê, mas há um motivo e um contexto para todos gostarem.

De tudo, ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro.

Parece que eu estava mesmo precisando ler isso. Aliás, recomendo a leitura, Altos e baixos da vida de alguém que poderia ser qualquer um, e ainda assim, difícil não ler compulsivamente.

(Sim, quando eu pego pra ler, eu leio compulsivamente, apesar de não pegar sempre ¬¬)

E sim, esse post foi completamente pessoal e quase um diário.

Conversa na pedra...

Dia perfeito...

O making of...

E o primeiro banho de Nanana...

Algumas fotos do meu dia perfeito…assistir a gravação do filme “Boto Negro“, rever meus amigos lindos, e conhecer esse pedacinho lindo de vida…além de poder registrar o seu primeiro banho de mar! Só faltava postar uma foto de como cheguei em casa encharcada, por causa do toró que eu peguei saindo do ônibus… Mas eu só tiro fotos, não apareço nelas =P

Me pediram para escrever o que sinto. Pois bem, estou aqui. Algumas horas depois, é verdade, mas relaxada, de banho tomado e com um mate gelado. E com direito a folha pautada do ursinho Pooh. Por ser gay feliz não custa nada.

É bem verdade que longe do computador se escreve mais e com mais prazer. Mas não lembrava como era minha caligrafia nem como dói a mão segurar uma caneta.  Pequenos prazeres e desprazeres da vida que vão sendo esquecidos ao longo das inovações técnológicas.  Só peço nunca esquecer como é o cheiro de livro novo. E de livro velho. Mas isso é pano pra outra manga, e me perdoem a paráfrase. Essa minha escrita despretensiosa me assusta.

Ouço barulho de cães, de tv e de panelas. E uma furadeira irritante. Sinal de que existem outros semelhantes por perto. Estou numa cozinha, a mesa está posta. Cafeteira, açucareiro, manteigueira e pães sobre uma toalha de mesa estampada de azul. Combina com os azulejos da parede; antigos, brancos com desenhos azuis. Antigamente eu pensava que mais antigamente ainda só existiam azulejos assim. Hoje eu não penso. Ou não pensava até a lembrança aparecer assim de supetão. De qualquer forma, ainda não descobri a realidade dos azulejos, mas gosto de lembranças com vontade própria.

Faz pouco tempo qu conheci uma família. Achei linda e diferente a forma como essa família funciona. Conversam bastante, estão sempre juntos e mesmo assim cumprimentam-se com abraços apertados e infindáveis. Até eu fui recebida com um abraço gostoso. Aí uma dessas lembranças resolveu me surpreender, e eu lembrei que já tive alguém. Que cada bom dia e cada boa noite era um conforto em seus braços e cada travessura uma gargalhada. Chorei e ainda choro. E desejo que cada um possa ter ao menos um alguém a quem possa se doar.

Senão a casa fica do jeito que está. Cheia mas vazia.

Já faz alguns dias que venho aqui, olho, clico em “novo post” e fico parada olhando pro espaço em branco, que espera avidamente ser preenchido com minhas palavras. Sim, para a pequena existência desse blog, eu sou essencial! rs.

Juro que tentei fugir de uma postagem relacionada ao ano-novo, mas acabei por perceber que a mudança de um ano para o outro é realmente significativa para as pessoas, e que talvez existam raízes culturais das quais não há fuga, como esta prática. Mas eu também escrevi aqui que passei por grandes mudanças na minha vida recentemente, nada relacionado à virada de ano.

Logo, resolvi repensar minha vida como um todo, tanto por ter entrado numa nova fase, como por ser o início do ano. Tampouco posso esquecer que acabei de completar duas décadas. Isso mexe com a cabeça da gente, vou começar a usar cremes anti-rugas. Mentira.

Enfim, resolvi, como meta principal, levar esse ano de forma mais leve. É, mais leve.  Sou absurdamente estressada, e resolvi colocar a minha paz como prioridade dessa vez. Para cumprir esse objetivo, que parece simples mas não é, cheguei a conclusão que vou precisar me organizar e repensar algumas atitudes. E aí vão minhas pretensões para o próximo ano:

1- Dedicar pelo menos meia hora do meu dia a uma atividade que me dê prazer. Ex.: ler, desenhar, escutar música, brincar com minha filhota, “artesanar”, assistir uma série que eu goste bastante.

2- Manter meu escritório organizado. Sim, porque não há boa energia que suporte o meu caos. Escritório são, mente sã. E vice-versa, o que tem acontecido com mais frequência. Obs: vou tentar aplicar o método 5S.

3- Cuidar da minha saúde. Praticar exercícios físicos com frequência e cuidar da minha alimentação. Ex.: caminhar e preparar minhas refeições sempre que for possível.

Claro que cada um desses itens pode se desenvolver bastante e que o problema será conciliar os três com as demais atividades do meu dia. Vamos ver como vou me sair ao longo do ano.

Carpe Diem!

Faz tempo que não venho aqui e falo abertamente. É, tipo diário mesmo. Acho que essa coisa de resolver tudo com contos e crônicas, e o contador do wordpress me impediram de fazer disso aqui o mais importante: o espaço onde falo do que eu quiser. Acho que já está mais do que na hora de repensar algumas questões e não, não é porque o ano está acabando. É só porque a vida resolveu me pregar uma peça nessa hora. E eu, em minha (pouca) humildade, só tenho que agradecer. Eu gosto de ficar pensando na vida. Todo mundo que me acompanha há pelo menos um ano sabe disso. À vezes eu me canso de dividir, e aí vou eu mudar o endereço do blog, rs. Eu devia ter começado com um blog anônimo, ao invés de estar sempre fugindo, mas como citou Jerônimo Sanz no twitter:

Auto-lembrete: Estar sempre pronto para partir, como um navio pirata. Todos os portos estão estagnados. E as ondas, em movimento, respiram.

Eu nunca estou pronta para partir. Só estive uma única vez. Numa crise de cortar os cabelos (é, essa foi uma expressão inventada agora). Eu até gostaria de estar sempre, posso até colocar isso como um dos meus objetivos… Pelo menos aqui no blog eu faço isso de vez em quando =D

Antigamente eu tinha um quadrinho aqui do lado que eram metas a ser cumpridas. Na minha tentativa de tornar esse blog impessoal eu a retirei. Agora estou renunciando a essa impessoalidade toda, que coisa mais chata. Cada hora estou de um jeito, se eu for fazer um blog diferente pra cada momento meu, teria mil. E eu já tentei, cheguei a ter uns quatro eu acho. Um saco. Meu blog se chama mil coisas não é a toa. Um dos motivos é me dar o direito de vir aqui e escrever nada com coisa nenhuma. =D

 

Eis que estou aqui. Sentada no mesmo banco. Naquela mesma praça. Não ousarei dizer que não mudou nada. Observo a mesma árvore, e as crianças que perseguem os pombos parecem as mesmas de anos atrás. Observo o mesmo casal de namorados. Apenas nos meus olhos de saudade.

Enxergo com uma clareza turva as tantas que fui, os tantos que passei, e a vontade de levantar e correr. Ou de me exercitar como a dona Maria. Não, certamente não é aquela dona Maria. Talvez a filha, ou a sobrinha, ou apenas mais uma dona Maria, entre as milhares espalhadas pelos encontros e desencontros das relações de carinho.

Ouço a Ave Maria começar. É certamente a música mais linda de todas. Esta sim, continua a mesma. Católica, eu? Só as seis horas da tarde, neste banco desta praça. É hora de levantar e ir embora.

 

porque é útil

fevereiro 2010
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Porque eu tenho perda de memória recente:

Para ler:

-A casa - André Vianco
-A idade da razão - Sartre
-As aventuras de Alice no país das maravilhas- Lewis Carrol
-Através do espelho - Lewis Carrol
-Através do espelho - Jostein Gaarder
-Crepúsculo(todos-gostei mesmo e daí?) - Estephenie Meyer
-Harry Potter(todos) - J.K. Rowling
-Jogos finitos e infinitos - esqueci o autor, mas o livro é bom ¬¬
-Maya - Jostein Gaarder
-Musashi - Eiji Yoshikawa
-O Cortiço - Aluísio Azevedo
-O dia do curinga - Jostein Gaarder
-O guia do mochileiro das galáxias - Douglas Adams
-O lobo da estepe - Herman Hesse
-O mundo de Sofia - Jostein Gaarder
-O vendedor de histórias - Jostein Gaarder
-Santa Maria do Circo - David Toscana